domingo, 18 de novembro de 2007

Jantar no deserto de Ica

Blog dos NazcaNautas 2007 -
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Diário de bordo: Jantar no deserto de Ica

Quase seis horas da tarde. Marcamos em um ponto de encontro, dentro do hotel, para que todos os Nazcanautas estivessem aqui. Márcia está atrasada, mas logo deve chegar.

Todos foram informados de que faremos um jantar no deserto. Também avisamos para que todos usem roupas que possam sujar, pois as areias do deserto definitivamente serão nossas companheiras de viagem.

Verificamos se todos estão bem agasalhados. Há alguns Nazcanautas que vieram somente com uma camiseta. Pedimos para que coloquem uma jaqueta de frio.

Quando todos chegam, levamos o grupo para o lado de fora do hotel, onde seis veículos nos aguardam.

Em um primeiro momento, alguns Nazcanautas ficam preocupados, mas todos acabam entrando nos jipes especiais.



A luz do sol está já desaparecendo e com ela a temperatura começa a cair.

Os pilotos de nossos veículos testam os motores e verificamos os cintos de segurança, faróis e câmeras fotográficas ou de vídeo.

Sandra e César estão no mesmo veículo que eu. usamos protetores visuais porque a areia vai nos cobrir, durante a corrida para chegarmos ao local do jantar. Todo o grupo se espalha e ocupamos todos os veículos, em pequenas equipes.


Prendo a câmera com cuidado e tento tirar algumas fotos, antes de começarmos a passar pelo deserto. Fotografo o veículo que está avançando adiante de nós.

O barulho dos motores é ensurdecedor. Ouço alguns Nazcanautas berrando - de alegria. Alguns acenam. Outros estão congelados de medo.



Não demora mais do que cinco minutos, este passeio calmo, e todos os veículos resolvem disparar em direção ao deserto escuro.

Embora já seja noite, alguma luz pode ser vista depois das dunas de areia. Mas isso não durará muito. Logo, veremos apenas a areia e os faróis de nossos veículos, cortando o deserto.



Neste instante, tive que guardar a câmera e segurar firme porque parecia que estávamos voando.

Para dizer a verdade, em alguns momentos o jipe tirava as quatro rodas da areia, ao saltar dunas e descer declives com mais de cem metros de profundidade.

Adrenalina pura!

Por mais de vinte minutos, subimos e descemos dunas como se estivéssemos em um parque de diversões. Finalmente, depois de um passeio memorável, chegamos até um local no qual vemos dezenas de luzes, ao longe, queimando e chamando nossa atenção, em meio as areias.

Será lá nosso jantar. Chegou o momento de relaxar no deserto, com o luar e as estrelas por testemunhas.

O JANTAR

Depois de nossos jipes nos levarem até o local do acampamento, todos cumprimentam uns aos outros, e o entusiasmo é contagiante.

Mesmo Eneida, deixou a cadeira de rodas no outro mundo e veio participar da noite.

Logo que chegamos, no caminho marcado por uma fogueira e vários vasos iluminados, encontramos cozinheiros trabalhando uniformizados, dirigidos por uma peruana que não lhes dava nenhuma folga, mas era muito simpática.



Duas mesas foram montadas para que pudéssemos acompanhar a preparação dos pratos e iamos nos servindo, conforme a fome. Mas os garçons também não perdiam tempo. Fomos recebidos com Pisco Sauer e coqueteis de frutas.


Havia duas bandeiras no acampamento: uma peruana e outra brasileira. Quando chegamos ao acampamento onde seria feito o jantar, elas tremulavam com o vento do deserto.

Na parte de cima das tendas, balões coloridos.

Abaixo delas, várias mesas com velas (a única iluminação da noite) e cadeiras espalhadas para todos os Nazcanautas.

Na cozinha ao ar livre eram feitos churrasco, frango, batatas assadas, peixes e outros pratos, inclusive vegetarianos. Tudo estava delicioso.

Antes do jantar, os garçons do deserto nos ofereciam sucos, refrigerantes, vinho e um tipo de lingüiça enquanto nos "aclimatávamos".

Naturalmente, as fotos são de qualidade duvidosa, porque não tínhamos muita iluminação.

Dez minutos depois de nossa chegada, começamos a escutar uma música que parecia vir de um aparelho, mas era uma banda típica peruana estrategicamente escondida na tenda da cozinha.

Depois de alguns segundos, lá vieram eles sob os aplausos do grupo.


Os músicos tocaram do início da festa até o final do jantar, dezenas de músicas típicas e algumas que os Nazcanautas iam pedindo.

Todos dançamos muito, comemos pratos deliciosos e foi uma noite inesquecível.


Em certo momento, os jipes foram colocados com os farois ligados em direção a uma duna, e várias pranchas, semelhante a pranchas de surf, foram trazidas.

Quem desejou pôde, naquela hora, fazer sandboard, um tipo de esqui na areia. Eu e um grupo de seis ou sete Nazcanautas fomos e posso afirmar que é uma coisa inesquecível surfar as dunas no escuro da noite.

Além de fazer sandboard em uma duna de cerca de 50 metros, Camila, Márcia, César e eu também fomos até uma duna muito mais alta, com cerca de 100 metros, e foi um arraso!

O problema é subir uma duna, porque a gente vai afundando e levamos um tempão - e muito esforço - para chegar ao topo, antes de escorregar. Dependendo da duna, a perna afunda até o joelho e ficamos presos, até alguém ajudar.

Alguns Nazcanautas saíram para caminhar pelas dunas que nos cercavam, olhando o acampamento e refletindo sobre tudo aquilo. Estávamos em um cenário de filmes. Nem parecia real.

Abaixo, algumas fotos que estão boas o bastante para que você tenha uma vaga idéia do que foi esta noite!









Todos os Nazcanautas fizeram elogios excepcionais para nosso jantar no deserto. Muitos consideraram um ponto alto dos últimos anos!

Foi realmente um momento muito especial. Terminamos com músicas românticas sob aquele luar maravilhoso.

Agora, é tirar a areia do corpo (e temos muita), dormir e, logo pela manhã, seguiremos para a cidade de Nazca. Faremos nosso primeiro sobrevôo sobre as figuras de Nazca nas próximas horas.

Boa noite!


Aldo Novak

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Oasis no deserto

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Diário de bordo: Encontrando um Oasis


Depois de nossa visita ao Museu de Pedras de Ica, entramos no deserto novamente. O sol da tarde é inclemente, mas isso é facilmente resolvido.

Já passamos para nosso motorista o roteiro e ele começa a transportar o pessoal para um lugar muito especial para qualquer um que - um dia - já tenha se perdido no deserto.



Levamos todo o grupo de Nazcanautas para o único oasis da região que, aliás, parece um parque temático, bem arrumado e calmo. Duvido muito que os primeiros moradores dessa região tivessem uma estrutura tão boa para aproveitar a água brotando da areia.

Mas, pelo menos, tinham água!






Nada mal!

Alcione (ao lado) grava imagens para o dvd e faz fotos do lugar.

Aliás, este dvd será produzido somente dentro de alguns meses e não tem data para ficar pronto.

Ele mostrará alguns dos principais pontos da jornada e a opinião dos nossos Nazcanautas sobre os principais momentos de nossas viagens.





A turma aproveita para atacar sorvetes, sucos e refrigerantes, enquanto visitam o lugar com calma e em um microclima muito menos quente que aquele do deserto.

O oasis localiza-se cerca de 20 minutos do nosso hotel e o pessoal terá o restante da tarde livre, enquanto preparamos um delicioso jantar em meio ao deserto, sob as estrelas.

Enquanto Alcione e eu acertamos os detalhes deste jantar mágico o grupo aproveita para relaxar, aqui no oasis e nas instalações do hotel.

A noite promete...



Aldo Novak

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Museu de Pedras Misteriosas

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Diário de bordo:

Já estamos entrando no Museu das Pedras Enigmáticas de Ica. Todos os Nazcanautas estão curiosos, embora alguns (mesmo tendo almoçado agora) já estejam com fome.

Veja esta foto, no qual Sandra começa a canibalizar o César. Eta fome!


No princípio o grupo estava curioso. O que são essas 'pedras de Ica'? Ninguém sabia. Só sabiam que era alguma coisa curiosa e diferente.

As Pedras de Ica são um conjunto de rochas do tipo andesito onde alegam-se que elas contenham antigas descrições de dinossauros e de tecnologias avançadas. Elas foram descobertas em uma caverna próxima de Ica, no Peru.

Estas pedras se tornaram populares pelo Dr. Javier Cabrera Darquea, um médico peruano que recebeu estas pedras como um presente de aniversário. Nascido na cidade de Ica, descendente direto do capitão nobre Don Geronimo Luis de Cabrera y Toledo do Spaniard, fundador de Ica.

Foi co-fundador da escola médica da Universidade Nacional de Ica. Coletou e estudou por mais de 40 anos as chamadas Pedras de Ica com o fim de desvendar seus misteriosos significados, fez disso seu obstinado objetivo de vida. Morreu em 30 de dezembro de 2001.

Há pedras do tamanho de um pulso, enquanto outras parecem 3 ou 4 melancias juntas. Nas fotos abaixo, estamos vendo pedras com raio maior do que 40 centímetros.



Várias pedras mostram cirurgias (inclusive cerebrais) ou procedimentos médicos.

O mais difícil de aceitar, entretanto, são desenhos nos quais aparecem seres humanos, ou humanóides, vivendo JUNTO com os dinossauros. Segundo a ciência atual, isso jamais aconteceu.

Mas os mistérios continuam.

Segundo o livro "Existiu Outra Humanidade", de autoria de Juan José Benítez, ao médico Javier Cabrera chamou atenção uma pequena pedra que ganhara de presente.

Essa pedra o levou a uma grande empreitada para desvendar os mistérios das figuras gravadas.

Seus desenhos retratariam as mais inacreditáveis cenas, como caçadas de animais pré-históricos, transplantes de órgãos, operações cirúrgicas de toda a espécie, homens que voavam no dorso de enigmáticos e gigantescos pássaros, massas continentais que diferem quase que totalmente das conhecidas hoje, mapas celestes, eventos astronômicos, dinossauros em convívio com humanóides, etc.

São cerca de onze mil pedras gravadas.

Uma destas pedras mostraria um homem montado em um pterodáctilo enquanto caça outros dinossauros; um surpreendente mapa mundi mostrando a disposição dos continentes; e outras atividades ainda não compreendidas.

Implicações hipotéticas

Segundo Benitez, se suas interpretações forem consideradas corretas, teríamos que recuar ao período cretáceo, ao final da era Mesozóica, isto é, mais de 65 milhões de anos.


Ele aponta como evidência favorável a ocorrência de pegadas fósseis similares a pegadas humanas ocorrendo conjuntamente a pegadas típicas de dinossauros, na região da Califórnia, EUA, em uma camada calcária já enterrada. Isso indicaria que talvez tivesse existido outra, ou outras "humanidades" anteriores à nossa.

Descobertas Científicas

Em 1974, Javier Cabrera, com base nos estudos realizados nas pedras, anunciou que o hormônio contra a rejeição, vital para os transplantes, deveria ser procurado nos fluidos da mulher grávida.

É claro que a comunidade científica recusou incisivamente a indicação. No entanto, em 1980, uma equipe de médicos ingleses anunciava idêntica conclusão...

O mesmo pode ser dito sobre a extinção dos dinossauros.

Cabrera, mais uma vez baseando-se nos seus estudos das pedras, chegara a conclusão que o violento e súbito desaparecimento desses monstros, poderia ter sido a queda de um enorme asteróide, ou, talvez, ao choque de um cometa.

Anos mais tarde, um cientista norte-americano recebe um prêmio Nobel, por lançar ao mundo a mesma teoria.

Cabrera também fez referência a uma segunda lua, que fazia órbita em volta da Terra. Estas duas luas apareceram em inúmeras pedras gravadas.

O mais intrigante, é que na Cordilheira dos Andes, e entre os sumérios, existem várias e antiqüíssimas “lendas” nas quais, precisamente, menciona uma remota civilização integrada por “homens de pequena estatura e grande crânio”.

Segundo tais lendas eles precisaram refugiar-se nas cavernas do altiplano em decorrência da queda de uma das duas luas que, então, giravam em torno do planeta.

E mais. Como explicar a presença, nos “mapa-mundi” da “biblioteca” de Ocucaje, da língua de terra unindo, na antiguidade, os continentes sul-americano e antártico?

E como explicar esta “coincidência” destes mapas com os mapas de Piri Reis?

A opinião do grupo de Nazcanautas ficou dividida. Alguns acharam as pedras uma prova irrefutável de que há muito ainda por descobrirmos sobre a história do mundo; outros duvidaram de que aquilo que representam seja algo histórico.

Mas todos concordaram que seja algo muito, MUITO estranho!



Aldo Novak

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Aldo Novak, Alcione Giacomitti, Nazca, Peru, Mistérios


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Bandeira brasileira

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Diário de bordo:

Estamos saindo para conhecer as 'Pedras de Ica', mas a Camila detectou uma curiosidade. Os hotéis nos quais ficamos são cuidadosos, mas neste a bandeira brasileira estava no mastro com a cabeça para baixo.




Além disso, a frase "ordem e progresso" não constava da bandeira, somente uma faixa preta.

Parece que a fábrica de bandeiras da qual eles compraram esta não entende muito da nossa bandeira.





Aldo Novak

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Almoço no hotel

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Diário de bordo: tarde do quarto dia

Voltamos ao hotel. E que hotel!

Aliás, é até uma covardia entrar aqui e dizer que estamos no deserto.

Depois dos muros, parece que estamos em um clima muito mais ameno. Cascatas, riachos e muito verde nos esperam.

Na verdade, embora o preço dos hotéis seja salgado para quem vai sozinho (nossos Nazcanautas ficam hospedados nos melhores de cada região) nosso histórico mostra que isso é essencial para que possam se recompor, relaxar e, em seguida, participar de uma nova atividade. Sem nenhuma preocupação.

Neste aqui há até internet sem fio (mesmo nas piscinas). Pena que eu, como um dos organizadores, não tenha tempo de usar essas facilidades. Mesmo a internet, que só uso para postar o blog, praticamente não posso usar -- e já tenho que sair para preparar as atividades "especiais" com os Nazcanautas.

Além disso, nestes hotéis há cuidados especiais com a higiene (inclusive alimentar) e a qualidade da água que - no Peru, assim como em vários lugares do Brasil - é problemática e pode deixar você olhando para o teto, ou no banheiro, durante dois dias, enquanto o restante do grupo se diverte.

Sempre certifique-se de que a agência escolhida para sua viagem entra ANTES em todos os restaurantes escolhidos, visita a cozinha o banheiro e verifica como são feitos os alimentos.


A grande parte das agências não faz isso e quem paga é o passageiro, que sente no corpo todos os problemas.

Além disso, tanto eu como Alcione e o Xamã Mário El Puma ficamos hospedados nos mesmos lugares, almoçamos e jantamos nos mesmos restaurantes e sempre junto com os Nazcanautas. Por isso, todos nós comemos os mesmos pratos, não pratos especiais separados, como fazem certas agências bem conhecidas...

Aliás... chegou a hora do almoço. A mais comilona do nosso grupo é a Márcia. E, como a irmã Camila, ela é vegetariana, mas come por três pessoas :-)

Olha a cara de felicidade dela nessa hora! E ainda come três sobremesas sem nenhum problema! (tá bom Márcia... não são três... são duas...)



Já estou com fome também, mas tenho tempo de fazer algumas fotos. Depois do almoço vamos conhecer as misteriosas Pedras de Ica. Quem ainda não conhece vai surpreender-se com elas.

Bom apetite!







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E as sobremesas...



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Aldo Novak

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sábado, 17 de novembro de 2007

Retornando do mar

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Diário de bordo:

Voltamos para o pier, impressionados com aquilo que vimos e animados com o que ainda teremos pela frente.

Alcione e eu estamos preparando uma surpresa para o grupo, na noite de hoje, e faltam apenas mais alguns detalhes. Por enquanto vamos levar todos para almoçar no nosso hotel e em seguida conheceremos as misteriosas "pedras de Ica", conhecidas mundialmente por livros escritos por vários autores. Mas isso fica para depois.

Nossos Nazcanautas voltam para o ônibus fretado pela Terra Inca.

Muito confortável, com ar condicionado e um motorista que conhece bem a região, além do guia Mário El Puma, reunimos todos para irmos ao nosso almoço.



Palmira chama minha atenção para a Sandra, que está calmamente sentada ao fundo do nosso "NazcaBus" em posição de meditação. Apanho a câmera e ela não tem tempo de escapar...

Sandra já esteve conosco em Machu Picchu, e dessa vez conversamos muito sobre a experiência anterior e esta, para Nazca. Na verdade Machu Picchu e Nazca são completamente diferentes, assim como todas as nossas experiências de viagem.



Assim que tiro esta foto, viro para meu computador e começo a escrever este blog.

Para quem duvida que escrevo o blog na viagem, aqui vai a foto do meu laptop, companheiro de guerra que é testemunha de tudo o que acontece aqui e me ajuda a relatar a você, no Diário de Bordo.

Na verdade, a todo o momento eu repito "tenho que escrever o blog"... e isso já virou motivo de gozação aqui. Naturalmente, escrevo o blog off line, sem internet, e depois - nos poucos minutos que tenho para conectar-me com a net - simplesmente passo aquilo que já escrevi para o endereço do blog. Tudo muito rápido. Por isso, há alguns erros de digitação e os cuidados são menores do que deveriam ser, para um texto que será lido imediatamente por mais de 400 pessoas (que assinam o blog) além dos visitantes que visitam o endereço http://nazcamisteriosa.blogspot.com


Até a próxima!


Aldo Novak

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